Quais as diferenças entre direção elétrica e hidráulica?

Quais as diferenças entre direção elétrica e hidráulica?

O sistema de direção de um veículo precisa ser adequado ao motorista para garantir segurança nos trajetos diários, além de permitir conforto em manobras e evitar que o condutor faça muito esforço, fato que pode prejudicar a própria saúde.

Em vista disso, a direção elétrica e hidráulica têm a função de garantir todos esses aspectos. A seguir, entenda como elas funcionam e quais suas principais diferenças.

Direção elétrica

Modelo mais moderno, a direção elétrica permite que o consumo de combustível não seja afetado, pois o sistema funciona de forma independente do motor. Ela também tem capacidade para ficar mais ou menos “dura” de acordo com a velocidade do veículo.

Sobre seu funcionamento, a direção elétrica não depende de óleo, como o modelo hidráulico, o qual você verá a seguir. Desse modo, um motor elétrico (localizado na caixa de direção) é acionado toda vez que o motorista liga o carro. Esse componente é ativado a partir de um módulo elétrico. Ao estar em funcionamento, ele fica responsável por tornar o volante mais leve ao condutor.

Alguns sensores trabalham nesse sistema informando rotação e velocidade do carro, e tudo isso passa por uma central de controle. Esse tipo de direção também permite processos automáticos, como a realização de baliza. O seu uso começou em 1988, quando a Suzuki utilizou no modelo Cervo, que não chegou a ser um dos mais famosos da marca.

Direção hidráulica

Com a capacidade de ser mais leve que a direção manual, a hidráulica depende de uma bomba que faz o óleo circular por dentro da caixa de direção.

A pressão do óleo faz a força, empurrando os braços de um lado para outro, tornando o movimento mais leve. Além da bomba, o sistema é formado por reservatório de óleo, polias, correias e tubulações.

A direção hidráulica passou a ser instalada de forma massiva em caminhões, na década de 1970. Em 1951, a Chrysler já tinha adotado o modelo, com o carro conhecido como Imperial.

Vantagens da direção elétrica e hidráulica

Cada um dos modelos tem suas particularidades que os tornam ótimas opções para os motoristas. A elétrica tem uma função sustentável, já que não exige muito do motor do carro. Por isso, há menos consumo de combustível, além de que a emissão de poluentes é reduzida.

O controle do veículo é mais eficiente, pois há um processo inteligente que calcula a força para se fazer o esterçamento em relação à velocidade.

Por se tratar de uma tecnologia que deixa o volante mais leve, existe uma preocupação que motoristas menos experientes podem ter mais dificuldade para garantir a estabilidade, porque qualquer movimento feito no volante tem uma resposta mais rápida nas rodas.

A direção hidráulica tende a dar um controle mais rígido do carro, visto que, apesar do volante ficar mais leve que o sistema manual, como ela funciona com óleo e polias, ainda assim é preciso que o motorista faça um esforço maior que na elétrica, de forma que a tração dos pneus acaba sendo mais sentida.

Como o volante representa o comando do motorista no veículo, é preciso se atentar a esse quesito na hora de escolher o modelo. Os mais experientes devem dar valor para a elétrica por facilitar muito nas balizas. Quem é motorista mais novo, pode preferir a hidráulica, afinal a sensação de conduzir o carro fica mais evidente.

É bom avaliar também que apesar de a direção elétrica dar muito menos manutenção, a substituição dela gera custo maior. Já a hidráulica deve passar por cuidados rotineiros, coo troca de óleo a cada 50 mil quilômetros.

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Autor

O Carcheck é uma ferramenta que visa a segurança na negociação de veículos usados, permitindo ao consumidor analisar cuidadosamente vários indicadores de segurança além de toda a trajetória do veiculo desde o seu primeiro registro junto aos órgãos competentes(Detran, Denatran, Dnit, Financeiras e etc) até o dia da aquisição.

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