Carro batido: vender ou recuperar?

Carro batido: vender ou recuperar?

Ao enfrentar o trânsito diário, o motorista nunca está livre de se envolver em acidentes, por mais cuidadoso que seja. Algumas vezes, os estragos são pequenos e não causam problemas estruturais ao veículo. Em certas ocorrências, no entanto, o carro batido fica completamente destruído.

Nesses casos, nem sempre o automóvel tem seguro — quando tem, a seguradora ainda pode não determinar a perda total do veículo. Isso causa um grande prejuízo no bolso do proprietário.

Então, o que fazer nessa situação? Recuperar o carro ou revendê-lo batido, com um preço bem inferior ao de mercado? É o que veremos neste post! Continue lendo e entenda quais são pontos positivos e negativos de cada caso:

Os prejuízos de recuperar o carro batido pela seguradora

Um veículo sinistrado não está apto para circulação. Via de regra, isso acontece por dois motivos:

  • o carro segurado foi roubado e, posteriormente, recuperado, sendo enviado direto para o pátio de leilão;
  • o automóvel sofreu danos que comprometeram a sua estrutura e, por isso, não foram recuperados pelas seguradoras.

Os veículos que sofrem acidentes de grande monta, normalmente, são considerados irrecuperáveis, ou seja, não podem ser consertados e voltar à circulação. Nesse caso, quando a recuperação do carro custará o mesmo que o valor da apólice, a seguradora indeniza o cliente totalmente.

Os veículos, então, são vendidos em leilão, para que novos proprietários assumam os riscos e os custos de fazer o conserto e regularizar a situação.

Carros batidos são negociados por valores mais baixos, por não conterem peças e pintura original. Assim, para o proprietário que não teve a perda total, mas passou por um acidente que causou grandes danos ao veículo, fica o prejuízo na hora da venda.

A opção de vender um carro sinistrado

Quando o proprietário tem o veículo danificado por um acidente, surge a dúvida: a melhor opção é consertar ou vender o carro batido?

Em primeiro lugar, um automóvel que sofreu algum tipo de sinistro perde cerca de 25% do seu valor de mercado, na prática. Nem sempre mascarar os estragos pode ser eficiente para melhorar esse preço, já que os dados do acidente e da situação do veículo são inseridos no Detran da cidade, podendo ser consultados por futuros compradores.

Assim, para se desfazer de um carro sinistrado, o proprietário tem duas saídas:

  • vendê-lo para um comprador particular, calculando a depreciação pelos danos;
  • vendê-lo para uma empresa especializada em recuperação de veículos — que estipulará o preço por conta própria, podendo este ser muito abaixo do esperado pelo proprietário.

A recuperação de veículos batidos

Analisando os custos para recuperar o veículo, muitas empresas e pessoas físicas investem na compra de carros sinistrados para recuperá-los e os vender novamente.

Essa é uma prática comum no mercado automobilístico brasileiro. Prevendo a depreciação, mesmo com os valores gastos com a recuperação, esses investidores conseguem obter um lucro com os veículos ao devolvê-los para as ruas.

Alguns clientes não se importam que o carro tenha um registro de sinistro, pois preferem ter um veículo melhor por um preço mais baixo. Vale lembrar, contudo, que nem toda seguradora aceita fazer uma apólice para assegurar um carro oriundo de sinistro ou leilão.

Enfim, diante de tudo isso, para tomar uma decisão entre recuperar ou vender um carro batido, a melhor opção é contar com a ajuda de um profissional.

É preciso analisar se o gasto não será maior do que o valor de revenda do veículo. Para isso, bons mecânicos podem avaliar os danos sofridos no carro e os custos dessa recuperação.

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Autor

O Carcheck é uma ferramenta que visa a segurança na negociação de veículos usados, permitindo ao consumidor analisar cuidadosamente vários indicadores de segurança além de toda a trajetória do veiculo desde o seu primeiro registro junto aos órgãos competentes(Detran, Denatran, Dnit, Financeiras e etc) até o dia da aquisição.

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