Você sabe como funciona o arrendamento mercantil?

Você sabe como funciona o arrendamento mercantil?

Implantada há mais de 34 anos no mercado brasileiro, a prática do leasing é perfeitamente regularizada. Nesse tipo de transação, o que importa para quem está arrendando é a sua utilização, a posse naquele momento, e não a propriedade do bem em si.

No post de hoje, você vai entender o é que e como funciona o arrendamento mercantil e como poderá contratar uma negociação com segurança e certeza de ter feito uma ótima escolha. Acompanhe!

O que é arrendamento mercantil?

Arrendamento mercantil nada mais é que o contrato de leasing, no qual você escolhe o bem de sua preferência — um carro, por exemplo — e fornecedor. Em seguida, negocia-se o valor do bem escolhido e, ao assinar o contrato, solicita-se à empresa de leasing a compra desse bem para sua utilização.

É importante que você fique bem atento ao ler o contrato, pois nele estarão expressos todos os seus direitos e obrigações. Futuramente, tendo cumprido todas as obrigações contratuais, ao final do arrendamento ou leasing, você terá três opções: comprar o bem, renovar o contrato ou fazer a devolução do bem para a empresa de leasing.

Qual a vantagem de se fazer um contrato de leasing? 

Uma das vantagens de escolher o contrato de leasing, de acordo com estudos elaborados por diversas instituições financeiras, é o abatimento das parcelas que são pagas no Imposto de Renda. Esses pagamentos são tidos como despesas e, com isso, o cálculo para base do Imposto ficará reduzido. Outro detalhe é que, se você optou pelo contrato de leasing, não precisará declarar o bem, bastando apresentar apenas a operação.

Nesse sentido, caso o arrendatário optar pela compra do bem no final do contrato, deverá inserir esse bem nas declarações seguintes do Imposto de Renda.

Outro ponto vantajoso para quem escolhe o contrato de leasing é em relação ao IOF (Imposto sobre as Operações Financeiras): ele não reflete sobre a operação. No financiamento normal, o referido imposto já está embutido nas parcelas. No leasing, não.

Além disso, o cálculo do leasing fica mais barato em relação aos outros tipos de financiamento devido à segurança que ele traz para as instituições financeiras. Caso o arrendatário não efetue o pagamento das parcelas, a instituição poderá tomar o produto, ainda que o arrendatário permaneça com o débito, que deverá ser quitado.

Deve-se observar que, em um contrato de leasing, o arrendatário não poderá quitar o bem dentro de um prazo mínimo, o que varia de acordo com o bem escolhido. Em geral esse período é de 2 a 3 anos. Se em um ano o arrendatário quiser quitar o débito, ele sairá do modo leasing e passará a ter o financiamento comum, o que o obrigará, consequentemente, a fazer um novo cálculo para pagamento das parcelas e valores finais.

Relação entre o fornecedor e comprador

As partes do negócio são compostas por:

  • Arrendadora, que é a empresa de leasing. Ela deve ser uma companhia autorizada a operar pelo Banco Central do Brasil. Há também os bancos com carteiras de Arrendamento Mercantil.
  • Arrendatário, que é o comprador interessado no bem.
  • Fornecedor ou vendedor, que disponibilizará o bem escolhido, pelo preço ajustado. Este bem deverá ser disponibilizado após emissão do pedido da compra pela arrendadora.

Qual a diferença entre Arrendamento Mercantil e Financiamento

No contrato de leasing, o bem é de propriedade do arrendador, da instituição financeira que cede o direito de uso do bem escolhido por prazo estipulado e mediante as condições acertadas entre as partes, tendo a real possibilidade de compra somente ao final do contrato.

Já no financiamento ou CDC, a pessoa adquire o bem com dinheiro de terceiros, que são os bancos ou financeiras, passando a ter real direito de posse e uso do bem. No financiamento, o bem é lavrado em nome do comprador e é realizada a alienação fiduciária em nome do vendedor.

Agora que você entendeu como funciona o arrendamento mercantil, assine nossa newsletter e acompanhe as novidades da área!

 

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O Carcheck é uma ferramenta que visa a segurança na negociação de veículos usados, permitindo ao consumidor analisar cuidadosamente vários indicadores de segurança além de toda a trajetória do veiculo desde o seu primeiro registro junto aos órgãos competentes(Detran, Denatran, Dnit, Financeiras e etc) até o dia da aquisição.

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