Carros autônomos: seria uma realidade tão distante?

Carros autônomos: seria uma realidade tão distante?

Obras de ficção científica regularmente retratam o nosso futuro com carros que voam e nos levam a lugares sem a necessidade de nos preocuparmos com a direção. Ao longo dos últimos anos, a indústria automobilística passou por uma série de avanços. Hoje, já é possível comprar carros híbridos, elétricos e mesmo veículos com capacidades semiautônomas.

Apesar dos nossos veículos ainda não voarem, os modelos que chegam ao mercado se aproximam daqueles que apareciam nos seriados futuristas em várias características. Entre as que possuem o maior potencial está a de condução autônoma. Quer saber como ela funciona? Então leia o nosso texto de hoje!

Como os carros autônomos funcionam?

Os carros autônomos são veículos capazes de se movimentar sem a interação direta de um humano. Eles utilizam um computador dedicado e um conjunto de sensores espalhados pela carroceria para garantir que o motorista não seja colocado em risco durante a viagem. Dessa forma, softwares poderão controlar a direção do automóvel ao mesmo tempo que garantem a proteção dos ocupantes do automóvel.

Já existem modelos disponíveis?

Os últimos anos foram marcados por investimentos em tecnologias que garantem a autonomia veicular sendo realizados em várias frentes. Empresas de software, como é o caso do Google/Alphabet, assim como empresas tradicionais do mundo dos automóveis, como a BMW e Toyota, se juntam à Tesla na busca por ferramentas que permitam a disponibilização rápida de um carro totalmente autônomo.

Nesse cenário, algumas marcas se destacam por já disponibilizarem modelos semiautônomos. É o caso da BMW Série 7 e do Tesla Model 3. Ambos os veículos possuem sensores que, integrados aos softwares da ECU, permitem que motoristas tirem as mãos do volante por alguns instantes sem perder o controle. Entretanto, como as funções não foram projetadas para esse fim, ambas as fabricantes não recomendam esse tipo de comportamento.

Paralelamente, empresas como a Google/Alphabet, Toyota e Audi investem pesado na busca por carros totalmente autônomos. Eles são testados em ambientes fechados e mesmo nas avenidas engarrafadas da China. Dessa forma, tentam garantir a capacidade de resposta dos algoritmos a vários problemas, como possíveis acidentes, freadas bruscas e momentos de trânsito caótico.

Quais são os maiores desafios para a adoção em massa dessa tecnologia?

Apesar dos grandes avanços feitos no desenvolvimento de sensores e softwares que dão a um veículo a capacidade de se locomover autonomamente, ainda há muitos passos a serem dados antes de comprarmos automóveis que podem ser utilizados sem que o piloto se importe com a direção. Hoje, os softwares que analisam os movimentos do carro ainda precisam de uma série de melhorias. Ainda não se sabe, por exemplo, se o veículo deve priorizar a segurança de quem está dentro dele ou de pedestres e outros motoristas.

Legalmente, há uma série de itens a serem avaliados. Gestores públicos devem definir normas de segurança para os veículos autônomos, seja por meio de uma legislação específica ou através de mudanças nas leis de trânsito já existentes. Consequentemente, se algo der errado e um automóvel autônomo se envolver em um acidente, a justiça será capaz de avaliar o caso com mais facilidade.

Assim como os carros elétricos, os softwares que permitem o uso de funções de pilotagem automatizada se tornarão cada vez mais populares nos próximos anos. Eles representam um futuro mais sustentável, seguro e confiável para quem precisa se locomover diariamente.

E você, o que acha dos carros autônomos? Conta pra gente nos comentários e tire as suas dúvidas!

 

Autor

O Carcheck é uma ferramenta que visa a segurança na negociação de veículos usados, permitindo ao consumidor analisar cuidadosamente vários indicadores de segurança além de toda a trajetória do veiculo desde o seu primeiro registro junto aos órgãos competentes(Detran, Denatran, Dnit, Financeiras e etc) até o dia da aquisição.

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