CÂMBIO AUTOMÁTICO, SAIBA SOBRE A SUA MANUTENÇÃO

CÂMBIO AUTOMÁTICO, SAIBA SOBRE A SUA MANUTENÇÃO

Os carros automáticos são cada vez mais comuns no Brasil. Com tanto trânsito, a procura por esse tipo de transmissão aumentou e os fabricantes agora oferecem, além dos automáticos, os sistemas automatizados. Além de diminuir o desgaste físico, esse tipo de tecnologia quebra menos e com algum cuidado chega a ter o consumo de combustível bem próximo ao dos veículos com sistema mecânico.

Existem vários tipos de câmbio com diferentes gerenciamentos e é possível que algumas dicas não se apliquem ao modelo do seu carro, porém ter atenção a estes itens pode evitar gastos significativos. Acompanhe o nosso post de hoje e sabia tudo sobre a sua manutenção

1 – NÃO FAÇA ECONOMIAS

É importante fazer a troca do lubrificante pelo menos com 30 mil km rodados (com fluido mineral) e, para os sintéticos, até 50 mil km. Rodar mais do que isso pode sair caro: o desgaste de componentes internos, como os discos de fricção, engrossa o fluído. Se ele já está escuro, é sinal de contaminação e de que já perdeu suas propriedades lubrificantes. Os filtros internos podem entupir e o lubrificante não circula bem pela transmissão. Neste estágio, o condutor percebe perda de rendimento, trepidações ao arrancar e nas trocas de marchas. Algumas montadoras indicam que a troca do fluído de câmbio deve ser a cada 50 mil km, só que o custo é mais elevado, se comparado ao lubrificante do motor: cada litro pode passar de R$ 50.

2 – LUZ DE ADVERTÊNCIA DO CÂMBIO

Preste bastante atenção a ela. Quando a luz de advertência acende é sinal que existe um problema sério, que não deve ser menosprezado nem deixado para depois. Geralmente o câmbio entra em regime de emergência e nesta situação a transmissão funcionará parcialmente. Pare o carro e solicite um guincho para a oficina. Para diagnosticar o problema será necessário que a oficina possua equipamento de diagnóstico com o software específico para aquele modelo de caixa de transmissão.

3 –  REPAROS

O custo de reparo de uma transmissão automática é bem mais elevado que de uma mecânica. Em um carro mais usado, pode chegar perto do valor do próprio veículo. Na maioria dos casos, exige a desmontagem completa da caixa com a substituição de juntas, anéis, vedadores, discos de fricção etc. Mais raro que pode acontecer, é a troca ou remanufatura do conversor de torque, o que pode acrescer de R$ 250 a R$ 1.500 à conta. Caso o conversor não aceitar reparo, sua troca será ainda mais cara.

4 – MÓDULO DE COMANDO

Um dos componentes que pode ser raro o reparo, mas que também pode apresentar defeito é o módulo eletrônico da transmissão. Integrado ou não à caixa, um dos sinais de avaria são trancos nas trocas de marchas – algo que causa risco de quebra da transmissão. O melhor a ser feito é um profissional analisar o problema e, se for o caso, substituir o componente. Um módulo de gerenciamento de um câmbio automático (novo) tem valor mínimo de R$ 4 mil.

Autor

O Carcheck é uma ferramenta que visa a segurança na negociação de veículos usados, permitindo ao consumidor analisar cuidadosamente vários indicadores de segurança além de toda a trajetória do veiculo desde o seu primeiro registro junto aos órgãos competentes(Detran, Denatran, Dnit, Financeiras e etc) até o dia da aquisição.

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