Carros: 6 lançamentos que foram um fracasso

Carros: 6 lançamentos que foram um fracasso

Apesar das montadoras se empenharem nos lançamentos de carros e as marcas investirem muito em marketing e publicidade, nem sempre o automóvel emplaca no mercado. Muitas das vezes, os novos modelos não agradam o consumidor por algum detalhe importante e acabam ficando disponíveis por pouco tempo.

Os motivos podem ser muitos: qualidade, conforto, consumo excessivo de combustível, vendas aquém do esperado, entre outros.

E você, saberia citar alguns carros de marcas conhecidas que foram grandes decepções para o mercado automobilístico e saíram logo de linha? A seguir, vamos refrescar sua memória. Confira!

  1. Nissan Tiida Sedan

Dois anos é um tempo muito curto para um modelo de carro se manter no mercado, você concorda? Pois foi exatamente esse tempo que o Nissan Tiida Sedan permaneceu nas estradas e centros urbanos brasileiros.

A princípio, o modelo chamou a atenção do consumidor pelo bom custo-benefício relacionado aos equipamentos e ao espaço físico. O visual, no entanto, não agradou, deixando a desejar no quesito design.

O motor do Nissan Tiida Sedan era 1.8, 126 cv e câmbio manual. Ele saiu do mercado em 2011, dando lugar ao modelo Versa.

  1. Mercedes Benz CLC

Outro exemplo que não emplacou em solo brasileiro foi o Mercedes-Benz CLC. A proposta desse lançamento era suceder o Classe C Sports Coupé, com o diferencial das grandes lanternas traseiras e do tamanho que comportava quatro pessoas.

A única versão desse modelo — fabricado em Juiz de Fora (MG) no início de 2009 — contava com um motor 1.8 e 184 cv de potência. Na verdade, ele deixou de ser feito no Brasil por questões estritamente industriais, segundo informações fornecidas pela marca.

  1. Alfa Romeo

A Alfa Romeo, que pertence à montadora italiana Fiat, nunca conseguiu emplacar em território brasileiro. Na verdade, foram duas passagens por aqui com modelos de alta tecnologia para o período. A primeira delas foi em 1960 e a última em 1986, com a produção dos sedãs FNM JK e 2300.

A Alfa Romeo voltou ao Brasil em 1991, com a liberação da importação de veículos. A marca comercializou os modelos sedãs 164, 155 e 156 que não emplacaram, tendo suas vendas insatisfatórias em relação à concorrência. O que contribuiu para a sua saída do mercado, em 2006, foi a má fama da manutenção.

  1. Kia Sephia

Nos anos 90, quando a marca ainda não era muito conhecida, a Kia lançou seu sedã no país. Nesse período, sua fama era limitada à van Besta, muito utilizada para serviços de transporte — em especial o escolar.

O carro não agradou muito devido ao motor de apenas 1.6, 110 cv e câmbio manual de cinco marchas, com algumas limitações. Resistiu algum tempo graças a seu custo-benefício satisfatório, quando comparado a veículos da concorrência.

  1. Cross Lander

Há 14 anos, o jipe Cross Lander começou a ser montado em terras brasileiras em Manaus (AM). No entanto, apenas 200 unidades foram comercializadas até a marca ter sua produção finalizada, em 2006.

O veículo tinha motor a diesel (MWM turbo intercooler 2.8 de 132 cv), seu câmbio era manual e a tração era integral. Os freios eram a tambor no eixo traseiro para conter o veículo, que pesava em torno de 2 toneladas.

  1. Chevrolet Sonic

Importado do México, o Chevrolet Sonic chegou ao país em 2012. A intenção era concorrer com o New Fiesta, no entanto, sua permanência no Brasil se manteve por apenas dois anos.

O motivo foi o fracasso nas vendas causado, principalmente, pelas mudanças nas regras do IPI, bem como o sucesso do modelo Onix, da mesma montadora, lançado em 2011.

E então, gostou de conhecer os lançamentos de carros que não obtiveram sucesso no Brasil? Para continuar a leitura de conteúdos como este, confira também o nosso texto sobre os direitos de quem compra um carro usado!

 

Autor

O Carcheck é uma ferramenta que visa a segurança na negociação de veículos usados, permitindo ao consumidor analisar cuidadosamente vários indicadores de segurança além de toda a trajetória do veiculo desde o seu primeiro registro junto aos órgãos competentes(Detran, Denatran, Dnit, Financeiras e etc) até o dia da aquisição.

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